De 19 a 21 de maio, a Europacolon Portugal lança a sua campanha anual de apoio aos doentes com cancro digestivo. O Peditório nacional realiza-se nos seguintes distritos: Bragança, Vila Real, Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal, Beja, Évora, Portalegre e Faro.
Para a realização do Peditório, a Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo conta com a colaboração de voluntários que irão estar nas ruas, devidamente identificados, com uma caixa-mealheiro onde é possível deixar um donativo.
“Além dos voluntários contamos com o apoio de empresas, Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia que nos ajudam a promover a nossa missão. Pretendemos sensibilizar para os cancros digestivos que matam 24 portugueses por dia. Já é tempo de parar estes números! Os donativos permitem-nos dar continuidade aos Serviços que a Associação presta como a Linha de Apoio, as consultas de Psicologia e Nutrição, o Apoio Domiciliário, 2.ª Opinião Médica ou Ações de rastreio e sensibilização”, esclarece Vítor Neves, Presidente da Europacolon Portugal.
O apresentador Fernando Mendes é o embaixador desta campanha e enaltece os objetivos da Associação: “a Europacolon é uma Organização Sem Fins Lucrativos e, como tal, necessita de donativos para garantir a sustentabilidade dos projetos que beneficiam os doentes. Esta Associação contribui para aumentar o nível de informação sobre os cancros digestivos junto da população. Só com literacia em saúde é possível salvar vidas!”
Esta campanha de angariação de fundos serve também para relembrar a necessidade premente da implementação de um Rastreio de base populacional: “o número de doentes continua a aumentar e o apoio nos Hospitais é insuficiente. O prazo para fazer uma colonoscopia é de 6 a 12 meses em Portugal Continental”, alerta Vítor Neves.
O Cancro Colorretal é o cancro digestivo mais comum na Europa e em todo o mundo são diagnosticados, anualmente, cerca de 1.4 milhões de novos casos. Esta é a segunda doença oncológica mais comum entre homens e mulheres e, somente no nosso país, existem mais de 80 mil doentes ativos.
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